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08/09/2021 16:38

Sintep/MT faz nova tentativa de diálogo com o governo para tratar das reivindicações da categoria

Sintep/MT faz nova tentativa de diálogo com o governo para tratar das reivindicações da categoria

 

O documento enumera pontos de reivindicação dos profissionais da educação da rede estadual, que, ao longo dos últimos três anos da gestão, estão sendo ignorados pelo governo Mauro Mendes

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) protocolou na Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc/MT), novo ofício (nº 342/21) elencando as deliberações do Conselho de Representantes, realizado nos dias 28 e 29 de agosto. O documento enumera pontos de reivindicação dos profissionais da educação da rede estadual, que, ao longo dos últimos três anos da gestão, estão sendo ignorados pelo governo Mauro Mendes.  
 
“A superação dos problemas visíveis na educação do Estado só se tornará possível por uma ação conjunta entre sindicato e governo. A intenção de retomar o diálogo”, destaca o documento.
 
Desde 2018, os trabalhadores da educação da rede estadual acumulam pendências que se agravaram ainda mais após ação de inconstitucionalidade da Lei Complementar nº 510/2013, que iria corrigir perdas históricas sobre os salários dos profissionais. O arrocho salarial com a suspensão da recomposição da inflação (RGA), o aumento do desconto previdenciário, reduziu o poder de compra em cerca de 43%. As perdas foram ainda maiores para aposentados e pensionistas que passaram a ter confiscado mais 14% do montante recebido mensalmente.
 
O ofício reforça a urgência no agendamento da audiência para encaminhamentos sobre inúmeras questões, que só serão encaminhadas com diálogo. Entre elas está também a política de redimensionamento implementada pelo decreto estadual nº 723/20. Uma ação que tem desempregado profissionais da rede estadual e redes municipais. Para além desse problema, a superlotação e matrículas nas escolas municipais, que comprometem a curto e médio prazo a qualidade da educação ofertada pelas prefeituras.
 
Integram ainda a pauta proposta para o debate, a organização da volta às aulas presenciais no modelo de revezamento de turmas. Para além e elencar questões de biossegurança e falta de infraestrutura das unidades, o ofício ressalta a necessidade de organização da gestão política, administrativa e financeira da escola, bem como a observância aos princípios democráticos de participação escolar.  
 
Mais uma vez o Sintep/MT, apontou os prejuízos pedagógicos com a ausência de organização e participação coletiva nos debates sobre uma matriz curricular, de inclusão e a garantia da qualidade do ensino aprendizagem.  E mais, sendo um modelo híbrido, a forma de acesso e de uso de recursos tecnológicos deve ser assegurada aos estudantes e profissionais.
 
As demandas não são poucas e exigem o debate democrático para garantir o respeito a todos que participam do processo educativo”, assegura o ofício. “As políticas estaduais e federais estão sendo implementadas sem discussão consistente e poderão comprometer a formação de toda uma geração de estudantes. Teremos perda de direitos com o novo Ensino Médio, com a Militarização das Escolas Públicas, com o fechamento dos Centros de Educação de Jovens e Adultos (Cejas), e com o desmonte da Educação Indígena”, registra o ofício encaminhado pela Secretária Geral do SINTEPMT, a professora Mirian Botelho.


Fonte:Assessoria/Sintep-MT 

 

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